Tecnologia

Pequena turbina para pacemakers gera energia a partir da corrente sanguínea

Um dos principais problemas dos aparelhos implantáveis como o pacemaker, por exemplo, é a necessária substituição regular (entre 6 a 10 anos) da bateria, sendo que para tal é “obrigatória” uma intervir cirurgicamente.

Recentemente, um grupo de investigadores liderados por Aloi Pfenniger da Universidade Berna, na Suíça propuseram-se a construir uma pequena roda dentada (idêntica às dos relógios), que irá fazer de turbina, para alimentar os aparelhos implantáveis.

Ao contrário de um moinho de água que usa o fluxo da corrente para gerar eletricidade, esta pequena roda utiliza o fluxo da corrente sanguínea para carregando as baterias de um pacemaker (por exemplo).

A particular habilidade dos suíços para construir pequenos dispositivos mecânicos, levaram-nos a desenvolver esta pequena turbina arterial, capaz de geral cerca de 1 Miliwatt de potência. Poderá parecer uma ínfima quantidade de potência, mas é a quantidade suficiente para alimentar cerca de 100 pacemakers.

Pfenniger e a sua equipa encontram-se neste momento a aprimorar este mecanismo, para que este não contribua para aumento do risco de coagulação do sangue, garantindo desta forma, que ninguém morrerá da doença nem (principalmente) da cura.

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