Repulsividade entre matéria e antimatéria explica a expansão do Universo

Repulsividade entre matéria e antimatéria explica a expansão do Universo

22 de Abril de 2011 1 Por Tiago

Do pouco que se sabe (ou pelo menos desconfia) acerca do comportamento gravitacional da antimatéria, é que esta se atrai a si mesma, à imagem do que acontece com a matéria.

Segundo Massimo Villata, tanto a antimatéria como a matéria têm massa e densidade energética positivas, isto significa que as partículas atraem partículas e as antipartículas atraem antipartículas.

Para Villata, a interação entre a matéria e a antimatéria tanto pode ser atrativa, como repulsiva.

De acordo com a Teorema CPT (invariância das leis físicas), a transformação de matéria em antimatéria, resulta invariavelmente na (bastante conhecida) inversão da carga elétrica. Isto significa que vamos obter uma repulsa mútua entre a matéria e a antimatéria, dando origem à antigravidade.

A antigravidade é prevista na Teoria Geral da Relatividade (de Einstein), quando a Teorema CPT é aplicada.

Estes resultados suportam a teoria de Villata, que tenta explicar a aceleração da expansão do Universo, por ação da interação repulsiva entre a matéria e a antimatéria.