Nanopartículas luminosas poderão tornar árvores em fontes luz

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Na Universidade Nacional de Cheng Kung na Tailândia, o Dr. Yen-Hsun Su descobriu que era possível induzir uma planta a emitir luz através da adição de nanopartículas de ouro às folhas de uma Bacopa caroliniana. O efeito produzido por este experimento revelou-se através de uma emissão avermelhada da clorofila.

Apesar de a experiência ter sido realizada em plantas Bacopa caroliniana (encontrada abundantemente na zona sul do EUA), é possível obter reacções idênticas a partir de outras plantas e até mesmo árvores.

Segundo Dr. Yen-Hsun, esta descoberta poderá ser aplicada às árvores e plantas das ruas e desta forma substituis as habituais luzes artificiais nocturnas. A aposta nesta solução traria um potencial ganho a vários níveis. Com estas plantas brilhantes, reduzir-se-ia tanto o consumo de energia, como poluição luminosa, enquanto as estas efectuavam o seu habitual trabalho de absorção de CO2. A integração destas nanopartículas poderá potenciar a plantação de mais árvores e plantas nas cidades, o que por si só seria outro ganho.

Escusado será enunciar os inúmeros motivos pelos quais, actualmente seria impensável viver sem luz de rua nocturna. Mas é do interesse comum, criar alternativas ecológicas e menos dispendiosas e esta poderá ser uma alternativa ideal.

Imagino que seria como viver em Pandora, o fantástico mundo da ficção (cheio de luz), incrivelmente representado no filme Avatar… ou pelo menos ligeiramente parecido…

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