Máquina para replicar dispositivos electrónico, átomo por átomo

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Um grupo de engenheiros da Sharp, no laboratório de Oxford em Inglaterra, está a tenta encontrar o melhor processo de construção de dispositivos e componentes electrónicos, de forma eficiente e com melhor arranque.

Para tal, estão a tentar usar a máquina MBE, que é capaz de transferir átomos de um lugar para o outro (quase individualmente) e dispô-los por camadas, de forma a criar (gradualmente) os componentes base da electrónica de alta tecnologia.

Este processo, conhecido como epitaxia por feixe molecular (MBE) que consiste na disposição de estrutura cristalinas por camadas de forma a criar um objeto, dá o nome a esta poderosa máquina. Lasers, LEDs e até painéis solares, são alguns dos componentes que a Sharp ambiciona começar a desenvolver, átomo por átomo e camada por camada.

Em suma, este replicador funciona como uma impressora 3D, mas trabalha a uma escala bem mais reduzida.

Com a máquina MBE (em particular), os investigadores da Sharp usam vários tipos de sensores e matrizes magnéticas, para unir as peças dos componentes electrónicos, como se de blocos Lego se tratasse.

A máquina foi criada para funcionar em vácuo, idêntico ao vácuo do espaço. Isto significa que nada mais existe dentro da máquina a não ser o vazio.

Por incrível que pareça, a esta máquina existe há aproximadamente 50 anos e desde então que em sido posta de parte. Existindo há tanto tempo e conhecendo os seus benefícios, é difícil perceber o porquê de esta tecnologia ter estado tento tempo arrumada na prateleira.

Fique a saber mais pormenores relativos à máquina MBE já a seguir.

Via: Humans Invent | DVICE

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