Cientistas planeiam missão tripulada a Marte sem retorno

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Quando se fala em viagens espaciais, inúmeros problemas impeditivos surgem na mente de qualquer um, mais ainda nas mentes iluminadas e treinadas dos cientistas. Um dos maiores entraves, numa uma eventual missão a Marte seria a viagem de regresso. A solução que a NASA, Ames e DARPA encontraram e têm debatido é uma eventual viagem de ida sem bilhete de volta.

A controvérsia criada á volta desta solução reside no facto, de estarmos a falar de um grupo de pessoas, que serão enviadas para um planeta hostil, a cerca de 55 milhões de quilómetros de distância de casa e dos familiares. Apesar do constante contacto com a terra, este grupo de astronautas estará por sua própria conta e risco, num ambiente completamente desconhecido.

Este é apenas um dos temas de discussão na Long Now Foundation em San Francisco, onde o Peter Worden director da NASA Ames Research Center discutido a Hundred Year Starship Initiative. Este projecto está a ser financiado pela NASA, Ames e DARPA e a missão esta projectada para chegar ao planeta vermelho em 2030.

Viver num planeta, em que os recursos naturais são inexistentes e a gravidade inferior à sentida na da terra, será um enorme desafio para qualquer ser humano disposto a tal experiencia. Mas tal como Worden disse “não há melhor de incentivo para uma solução duradoura, do que a promessa de que não haverá volta”.

Ter-se-á de ser criadas infra-estruturas o mais seguro e confortáveis possíveis, para albergar uma colónia de cientistas. Sendo que, o que esta em causa é a permanecia definitiva num planeta hostil. A permanência definitiva, só será realmente definitivo até a que a ciência ou os próprios cientistas em missão arranjar uma alternativa de resgate.

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