Adolescente vai à escola através do robô de telepresença

Adolescente vai à escola através do robô de telepresença

4 de Fevereiro de 2011 1 Por Tiago

O sistema imunológico de Lyndon Baty é demasiado fraco para que ele possa frequentar a escola, como todas a crianças da sua idade. Para contornar este problema foi-lhe disponibilizado um robô de telepresença.

O objectivo do robô de telepresença Vgo, é permitir que Lyndon possa interagir com os seus colegas de escola, por forma a faze-lo sentir-se mais integrado na sociedade.

Vgo tem cerca de 1,20m de altura, um ecrã, uma câmara de vídeo e altifalantes para que Baty possa ver, falar e ouvir os seus amigos protegido dos germes, no conforto da sua casa. Este dispositivo encontra-se montado em cima de uma ágil plataforma, do estilo segway.

Apesar de nestas idades, normalmente haver atitudes um pouco cruéis em relação a situações pouco comum como estas, a comunidade escolar onde Lyndon Baty se insere, parecer estar a lidar muito bem, com este caso em particular.

Com o robô Vgo, um aluno com as dificuldades de Lyndon tem a vantagem de poderá andar de sala em sala, vaguear pelos corredores e até mesmo ir até o refeitório com os seus amigos, em vez de estar em casa sozinho, sem interagir com outras pessoas.

O robô Vgo custa cerca de US$6000 dólares (cerca de €4420 euros) e dos robôs de telepresença mais acessíveis do mercado.